Sendo meu filme favorito da vida, talvez eu seja um pouco tendenciosa, mas Top Gun: Maverick é absurdamente incrível.
Nessa sequência de “Top Gun: Asas Indomáveis”, o protagonismo deixa de ser monopólio do Maverick e passa a abranger o “Rooster”, filho do melhor amigo de Maverick, Goose, do primeiro filme.
Pete Mitchell, o Maverick, está praticamente no final da sua carreira que, infelizmente, é considerada um desastre para a marinha estadunidente, mas precisa fazer seu “último” ensinamento para uma turma composta pelos melhores pilotos já formados pelo curso Top Gun.
Bradlay Bradshaw, o Rooster, é o único filho do Goose. Ao contrário do “tio Pete”, ele é extremamente cuidadoso e acatado, o que o impede, muitas vezes, de realizar as coisas do jeito/tempo certo. Completamente sozinho, Rooster precisa enfrentar o maior desafio já proposto no universo de Top Gun: ele precisa enfrentar o perigo com o cara que “matou” o seu pai para eliminar armamentos radioativos em território inimigo.
Maverick e Rooster são postos cara-a-cara com seus demônios do passado; O luto, a magoa, a solidão são postos à prova e, para que tudo dê certo, eles precisam confiar um no outro.
Em Top Gun: Maverick, somos transportados para dentro de uma F/A-18, com a nossa gravidade completamente alterada e o coração acelerado. Tudo nesse filme é arrepiante.
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